Em 03/05/2025, o espaço ganhou um brilho especial: risos que se misturavam ao sussurro do vento e ao calor dos abraços que já moravam ali há tempos. O objetivo era simples: capturar o afeto cotidiano, aquelas atitudes que falam por si mesmas quando a câmera está em silêncio.
Clériston Medeiros guiou cada clique com paciência e sensibilidade, atento a cada gesto. O primeiro retrato pegou Izabelle cercada pelos pais — um olhar que diz tudo, um sorriso cúmplice. Em seguida, a alegria contagiou a sala: mãos dadas, um beijo na testa, uma risada que ecoou pelos corredores do prédio. A avó segurando com cuidado o colar de família, o avô, com o rosto iluminado pela realização de ver a família reunida; tudo isso encontrou abrigo na luz natural, nas cores quentes que o fim de tarde desenha.
Entre risos e momentos de silêncio confortável, o ensaio ganhou ritmo: um abraço forte, um toque suave no cabelo, a irmã mais nova buscando colo. As fotos capturam a conexão entre cada geração, o modo como um simples olhar pode resumir uma história de afeto, proteção e pertencimento. Izabelle, com sua alegria serena, aparece cercada por quem a ama: pais que a seguram pela cintura, mãos entrelaçadas que não se desfazem, e as memórias que vão crescendo a cada clique.
No final, o que fica não é apenas uma coleção de retratos, mas um diário visual de família: um registro de pertencimento, de amor compartilhado, de dias que se repetem cheios de calor humano. Em Teresina, no Edf Rhodes, 03/05/2025 transforma-se em capítulo luminoso da história de Izabelle — e para Clériston Medeiros, mais uma lembrança de que a fotografia é uma forma de guardar o afeto para sempre.
